Capacitar, por quê?

Capacitar, por quê?

Durante a minha carreira, enquanto gestora de equipes de vendas, executiva de empresas e, inclusive, atualmente como empreendedora na área de educação corporativa,  pude usufruir e acompanhar as vantagens competitivas geradas pelo desenvolvimento de pessoas, através da capacitação e do treinamento.

Segundo CHIAVENATO [1989, p.24] “a educação profissional é a educação institucionalizada ou não, que visa o preparo do homem para a vida profissional, onde a educação, propriamente dita, compreende três etapas: formação profissional, desenvolvimento e treinamento”.

O treinamento, enquanto ação estratégica, vinculado às diretrizes da organização, traz resultados imediatos, tanto qualitativos quanto quantitativos. É um meio de estimular as potencialidades das pessoas.

Podemos citar alguns dos benefícios percebidos durante os programas de capacitação realizados:

. a qualificação dos participantes, a partir do conteúdo apresentado;

. a troca de ideias, o atendimento às dúvidas e “cases” trazidos para um ambiente de aprendizagem;

. criação de novas ideias, “insights”;

. a visão de negócios ampliada (estímulos para o planejamento, visão estratégica, visão sistêmica);

. estímulo para a realização de ações correspondentes ao planejamento, com foco, ritmo e constância de propósitos, para gerar o equilíbrio dos esforços empreendidos, ou seja, melhores resultados a partir dos investimentos realizados;

. geração de valor ao capital intelectual, capital humano, base para a gestão do conhecimento da organização (KM).

Assim sendo, as organizações devem desenvolver programas de capacitação, utilizando seus próprios recursos, através da consultoria interna de recursos humanos, áreas de desenvolvimento organizacional (DHO) e treinamento (T&D), com associação de consultoria externa, que agregará experiência e conhecimento do mercado.

“Toda empresa precisa se tornar uma instituição que aprende. Ela também precisa se tornar uma instituição de ensino”. Peter Drucker.

Zuleica Klauck, Diretora da TotalBIZ.

Quem vende?

Quem vende?

Vende aquele que comunica.
Em muitas ocasiões ouço gestores nas empresas comentando que o volume de vendas está muito baixo, que a força de vendas não está atingindo as metas estipuladas em função do perfil dos vendedores, ou, ainda, que precisam reestruturar a área de vendas devido a resultados deficitários.
A área de vendas tem um papel ativo na prospecção de clientes, de negócios, sendo responsável pela captação de receita. Entretanto, atuará com maior eficácia e com melhores resultados, se a empresa praticar uma comunicação integrada ao planejamento estratégico, com um plano de mídia, um plano de marketing correspondente, para que seja mais uma ferramenta na alavacagem das vendas.
Surgem, então, questões como:
. O que queremos comunicar?

. Quem é o público-alvo?

. Onde está?

. De que forma podemos oferecer nossos produtos/serviços?

. Quando, em que momento?

Ao respondermos estes questionamentos, já teremos um bom começo para pensarmos na comunicação para o mercado.

E, para que todos os colaboradores estejam cientes das diretrizes da empresa, falando a mesma linguagem, com foco na comunicação do que a empresa faz, dos diferenciais dos produtos/serviços perante o mercado, planejaremos a comunicação interna e treinamentos correspondentes.

Comunicação e planejamento devem estar integrados e devem fazer parte das ações diárias de todos na empresa, tornado-se uma ação estratégica a serviço da prospecção de vendas e novos negócios.

Por isso, vende aquele que bem comunica.
Zuleica Klauck, Diretora da TotalBIZ

A hora e a vez dos talentos.

A hora e a vez dos talentos.

Em 2008 em plena crise econômica mundial, perguntei para um respeitado economista, de renomada instituição de ensino em nível Nacional,  qual o rumo dos fatos, dos acontecimentos.

Sua resposta foi: “cenário de completa incerteza! Ninguém sabe o que acontecerá, não há como prever!”

Fiquei realmente apreensiva. Eu estava prestes a empreender. Então, sem informação precisa, me perguntei: “qual foi o ano que não começou com metas agressivas, escassos recursos, objetivos sobre fazer mais com menos?”

Neste panorama, em 2009, decidi iniciar as atividades de minha empresa.

E, ano a ano, foi assim. E a economia cresceu e  houve desenvolvimento. O meu projeto tornou-se uma empresa que completará cinco anos em 2014.

É um exemplo de que podemos fazer!

Estamos agora encerrando 2013 e planejamos o nosso próximo ano: 2014 com Copa do Mundo e eleições. Já tivemos esse cenário?  Sim, também já tivemos.

Entretanto, a Copa do Mundo é no Brasil e isso envolve muitas e novas oportunidades de trabalho, desenvolvimento, aprendizado.

Então, como nos prepararmos? O que deve e o que pode ser feito?

É chegada a hora e  a vez dos talentos. Os recursos humanos, as pessoas,  têm capacidade de criar, pensar, implementar, monitorar, reagir, inovar. É momento de agirmos estrategicamente através de:

. criação de novos produtos – ampliação de mix de produtos e serviços;

. estabelecimento de alianças estratégicas – consolidação de parcerias;

. treinamento e integração de colaboradores;

. desenvolvimento de lideranças – diretrizes da organização  colocadas em prática com eficácia;

. utilização da tecnologia como forte aliada;

. criação de comitês de gestão formados por consultores internos e externos – melhoria nos processos e prospecção de oportunidades.

Então, mãos à obra. Sem receios para agir e conquistar clientes e novos mercados. Que venham o risco, o trabalho e o sucesso chamado 2014.

Zuleica Klauck, Diretora da TotalBIZ.